The Co(te)lette Film

MIKE FIGGIS & ANN VAN DEN BROEKENGLAND / BELGIUM

2 DEZ / DEC | 22h às 23h / 10pm to 11pm

TEATRO DO BAIRRO

Rua Luz Soriano 63, Bairro Alto
Mulheres e carne, beleza perecível, crua e frágil. Um desejo em delírio ultrapassa as bailarinas. Um desejo de satisfação física e mental. As bailarinas oscilam entre o apelo carnal a sensualidade, luxúria, fama, sucesso, reflexão e controlo, até ao silêncio. São escravas dos seus próprios desejos ao mesmo tempo que procuram controlá-los. Corpos femininos em frenesi. Em Co(te)lette, três bailarinas são exibidas em atmosfera íntima, numa situação de pescadinha de rabo na boca entre desejo e satisfação. Não há confronto ou rivalidade. Não há contos ilusórios, soluções ou fim. A história de Co(te)lette é eternamente inquieta e…vazia.
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Women and flesh, beauty and perishableness, raw and fragile. A delirious desire overwhelms the dancers. A desire for physical and mental satisfaction. The dancers go from appeal to sensuality, over lust, fleshness, fame, success, reflection and control, to silence. They are slaves of their own desires while trying to get in control of them. Female bodies in a frenzy. In Co(te)lette, three female dancers are shown in a rather intimate atmosphere, in a chicken-and-egg situation between desire and satisfaction. There is no confrontation, nor rivalry. No story-telling, no solution and no ending. Co(te)lette’s story is restless and… empty.
THE CO(TE)LETTE FILM FICHA ARTÍSTICA | CAST
Realizador / Director Mike Figgis
Intérpretes / Interpreters Cecilia Moisio, Judit Ruiz Onandi, Frauke Marien
Imagem . Câmara / Image . Camera Oliver Schofield Som Sound Luc Cuveele
Edição / Editing Arlen Figgis
Produção / Production Xavier Rombaut
Produtora / Production Company Savage Film Co-produtores Co-producers WArd/waRD / Red Mullet

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MIKE FIGGIS

Após trabalhar em teatro e em música (foi músico e performer no grupo experimental People Show e tocou teclas para o Bryan Ferry), Mike Figgies estreou-se na realização de longas-metragens com um orçamento reduzido em Stormy Monday, 1988. O filme atraiu a atenção sobre si enquanto realizador que conseguia realçar performances interessantes de famosos actores de Hollywood. O seu filme mais ambicioso até à data é o filme de baixo orçamento The Loss of Sexual Innocence, um filme autobiográfico livre. Incursões na tecnologia digital vídeo levaram-no a conceber e realizar Timecode, que tirava proveito da tecnologia para criar um conjunto de planos simultâneos com quatro câmaras em apenas um take e exibi-las sem edição, dividindo o ecrã em quatro. Desde então, o resultado do seu trabalho tem estado quase exclusivamente na vanguarda do cinema digital criativo. Figgis tem documentado relações de amor-ódio com o sistema de Hollywood, sendo frequentemente um eloquente crítico do sistema. É patrono fundador da comunidade de realizadores independentes Shooting People. Desde 2008, Mike Figgis é professor de estudos fílmicos na European Graduate School em Saas-Fee, Suíça, onde orienta seminários de verão intensivos.
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After working in theatre and in music (he was a musician and performer in the experimental group People Show and played keyboards for Bryan Ferry’s), he made his feature film debut with the low budget Stormy Monday in 1988. The film earned him attention as a director who could get interesting performances from established Hollywood actors. His most ambitious film to date is the low budget film The Loss of Sexual Innocence, a loosely based autobiographical movie of the director himself. Forays into digital video technology led him to conceive of and direct Timecode, which took advantage of the technology to create an ensemble film shot simultaneously with four cameras all in one take and also presented simultaneously and uncut, dividing the screen into four quarters. Since then, his work output has almost exclusively been on the cutting edge of creative digital filmmaking, Figgis has a well-documented love-hate relationship with the Hollywood system which leads him to often be an outspoken critic. He was the founding patron of the independent filmmakers online community Shooting People. Since 2008 Mike Figgis is professor of film studies at the European Graduate School in Saas-Fee, Switzerland, where he conducts intensive summer seminars.

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